https://revista.ubm.br/index.php/medicinaveterinaria/issue/feed Revista Eletrônica do Curso de Medicina Veterinária do UBM 2026-08-28T10:45:54-03:00 Carla Gorni carla.gorni@ubm.br Open Journal Systems https://revista.ubm.br/index.php/medicinaveterinaria/article/view/3120 Editorial v.2, n.2, 2025 2026-08-20T10:43:28-03:00 Evandro Toledo Gerhardt stutz evandro.stutz@ubm.br Mariana dos Santos Dutra Okada mariana.dutra@ubm.br <p style="font-weight: 400;">A Revista Eletrônica do Curso de Medicina Veterinária do Centro Universitário de Barra Mansa – UBM chega à sua segunda edição reafirmando o compromisso institucional com a produção, a valorização e a divulgação do conhecimento científico. A continuidade deste periódico representa mais do que a consolidação de um espaço acadêmico de publicação: traduz o incentivo permanente à pesquisa, à extensão, à formação crítica e ao desenvolvimento científico dos discentes e docentes do curso de Medicina Veterinária.</p> 2026-08-20T10:41:13-03:00 ##submission.copyrightStatement## https://revista.ubm.br/index.php/medicinaveterinaria/article/view/3104 Brucelose em bovinos de corte: revisão de literatura 2026-08-28T10:37:14-03:00 José Ramos de Oliveira Júnior jrfazendafortaleza@gmail.com Michele Nunes Diniz milleniumf191@gmail.com Alexandre Galvão tandyvet@gmail.com Lara Nogueira Silenciato lara.silenciato@ifmg.edu.br <p style="font-weight: 400;">A brucelose bovina é uma zoonose que representa um grande desafio para a pecuária, impactando a produtividade dos rebanhos e a saúde pública. A infecção por <em>Brucella abortus</em> leva a problemas reprodutivos, como abortos e infertilidade, gerando prejuízos econômicos significativos. O controle da doença no Brasil é realizado por meio do Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose (PNCEBT), que foca na vacinação de bezerras e monitoramento dos rebanhos. No entanto, dificuldades como resistência bacteriana e baixa adesão de pequenos produtores dificultam a erradicação completa. Este trabalho tem como objetivo discutir os impactos da brucelose bovina, os desafios no seu controle e a importância de medidas de biossegurança e inovações tecnológicas na erradicação da doença, com ênfase nas estratégias necessárias para aumentar a adesão dos produtores e enfrentar os obstáculos atuais. O estudo busca também propor soluções práticas e discutir o papel da colaboração entre os setores público, privado e científico para o sucesso do controle da doença.</p> 2026-08-16T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## https://revista.ubm.br/index.php/medicinaveterinaria/article/view/3105 Cisticercose em suínos: revisão de literatura 2026-08-28T10:37:57-03:00 Gisele do Prado Alves gisele.prado23@hotmail.com Jennifer Valim Grijó jennifer.grijo@gmail.com Kamila Gouvêa Loçasso de Moraes kamilalocasso@gmail.com Vinícius Gabry dos Reis Carmo vinidzn@gmail.com Alexandre Galvão tandyvet@gmail.com Simone de Souza Fernandes simonesfernandes24@gmail.com <p style="font-weight: 400;">A cisticercose suína é causada pela ingestão de ovos da <em>Taenia solium</em> por suínos, que atuam como hospedeiros intermediários do parasita. A doença está associada a condições sanitárias inadequadas e práticas de manejo precárias, como o acesso dos suínos a fezes humanas contaminadas. No Brasil, Minas Gerais destaca-se pela alta prevalência da doença, com regiões como o Vale do Rio Doce e Triângulo Mineiro apresentando focos endêmicos. O ciclo da <em>T. solium</em>envolve o desenvolvimento de larvas nos tecidos dos suínos, que, quando consumidos crus ou mal cozidos pelos humanos, podem levar ao complexo teníase-cisticercose. Este presente estudo aborda desde a epidemiologia, até como se comporta como uma zoonose, além do diagnóstico, tratamento e prevenção desta.</p> 2026-08-16T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## https://revista.ubm.br/index.php/medicinaveterinaria/article/view/3106 Correção cirúrgica de má oclusão dentária em coelhos de criação pet: revisão de literatura 2026-08-28T10:38:40-03:00 Sabrina Chaves Teixeira sabrinaceu9@gmail.com Áurea Helena Padilha Simões de Souza Neto aureahpsimoes@gmail.com Haniel Abi Mery de Araújo aabimery1@gmail.com Gustavo Silveira Gonçalves gustavo.silveira@sobeu.edu.br <p style="font-weight: 400;">A ordem Lagomorpha, possui 92 espécies, sendo <em>Oryctolagus cuniculus</em> a única que originou o coelho doméstico. A cunicultura gera produtos como carne, couro e animais de companhia. No Brasil, a criação de coelhos é pouco desenvolvida, especialmente para carne, devido a barreiras culturais e ao desconhecimento dos benefícios nutricionais da carne de coelho. Por outro lado, a cunicultura com finalidade para animais pet tem aumentado. Os coelhos são altamente prolíficos e de baixo investimento, necessitando de cuidados específicos, principalmente em relação à alimentação, que deve ser rica em fibras grosseiras. A má oclusão dentária é um problema clínico comum, resultante de dietas inadequadas e componentes genéticos, e pode ter consequências graves. O tratamento envolve desgaste dentário ou exodontia em casos mais graves. A educação sobre a alimentação adequada e a importância do manejo correto são essenciais para prevenir complicações e promover a saúde e bem-estar para esses animais. Este trabalho tem a finalidade de elucidar aspectos da correção cirúrgica de casos de má oclusão.</p> <p style="font-weight: 400;">&nbsp;</p> 2026-08-16T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## https://revista.ubm.br/index.php/medicinaveterinaria/article/view/3107 Deslocamento de abomaso em bovinos 2026-08-28T10:41:09-03:00 Isabela Neves de Souza isabela.nevesdsz@hotmail.com Fernanda Moura de Souza fermourananda@gmail.com Maria Eduarda Landim Machado madulandim02@icloud.com Nathalia Botelho Muilaert nathaliamuilaert@gmail.com Natália Braz de Almeida Pereira nataliabraz.ap@gmail.com <p style="font-weight: 400;">O sistema digestivo dos bovinos é composto por quatro compartimentos: rúmen, retículo, omaso e abomaso. O abomaso, considerado o "estômago verdadeiro", está localizado ventralmente entre a 7ª e 11ª costela. Ele secreta ácido clorídrico e enzimas digestivas responsáveis pela digestão de alimentos parcialmente fermentados nos pré-estômagos. Problemas como o deslocamento de abomaso (DA), mais comum em vacas leiteiras, podem ocorrer devido a fatores como estresse lactacional, cetose e manejo inadequado da dieta, especialmente no pós-parto. O deslocamento pode ser para a esquerda (DAE) ou direita (DAD), sendo o último mais grave, podendo evoluir para vólvulo abomasal. Os sinais clínicos incluem anorexia, queda na produção de leite e distensão abdominal. O tratamento envolve tanto abordagens clínicas quanto cirúrgicas, dependendo da gravidade. A prevenção baseia-se em manejo nutricional adequado, especialmente durante o periparto, para reduzir o risco de distúrbios metabólicos e promover a saúde digestiva.</p> 2026-08-16T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## https://revista.ubm.br/index.php/medicinaveterinaria/article/view/3115 Desvio portossistêmico congênito em cães: revisão de literatura 2026-08-28T10:42:01-03:00 Iago Lacerda laceddaiago1@gmail.com Jean Carlos de Souza Chagas souzajean464@gmail.com Larissa Ribeiro Chagas larissavixchagas@gmail.com Nicolle Oliveira Nicolau Nunes nicolleoliveira907@hotmail.com Tatiana Menegatti tatiana.menegatti05@gmail.com Simone de Souza Fernandes Fernandes simonesfernandes24@gmail.com <p>O intuito deste trabalho é coligir informações relevantes sobre o conhecimento do desvio portossistêmico, quais tipos, sinais clínicos, métodos para diagnóstico e tratamento. Desvio portossistêmico congênito é mais comum em cães, caracteriza-se como um desvio de fluxo sanguíneo devido a persistência de um vaso anômalo (fetal) que deveria se fechar após o nascimento, ou desenvolvimento anômalo do sistema nervoso vitelino, assim o sangue proveniente do sistema gastrintestinal que deveria passar pelo fígado ganha a corrente sanguínea, carreando consigo substâncias tóxicas que deveriam ser metabolizadas. Os sinais clínicos variam de vômitos, diarreia e anorexia, até sinais neurológicos como convulsões e desmaios. O diagnóstico exige uma anamnese minuciosa e exames laboratoriais e de imagem específicos, como ultrassonografia, cintilografia nuclear hepática, entre outros. O tratamento é cirúrgico, objetivando ocluir o desvio. Dentre as técnicas estão o uso de constritores ameróides, aros de celofane, espirais trombogênicos ou oclusores hidráulicos de silicone.</p> 2026-08-16T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## https://revista.ubm.br/index.php/medicinaveterinaria/article/view/3110 Importância da zootecnia e a caprinocultura 2026-08-28T10:42:49-03:00 Carolina Lima Crivano carolina.crivano@gmail.com Camilli Freitas de Paula camillifreitas009@gmail.com Giuliana Montelione gmontalione@gmail.com Maria Eduarda Cler mduartecler@gmail.com Thalita Gomes Pereira thalitagomespereira7@gmail.com Lara Nogueira Silenciato lara.silenciato@ifmg.edu.br <p style="font-weight: 400;">A zootecnia lida com o bem-estar animal, manejo sanitário, idade de abate e comercialização para o mercado de consumo. No Brasil, as condições de solo, clima e relevo, junto com grandes extensões de terra e tecnologias de produção, posicionam o país como um potencial líder mundial na produção de proteína animal. No entanto, a caprinocultura não recebe tanto foco devido ao baixo consumo interno. A sustentabilidade na caprinocultura leiteira depende de vários fatores como manejo e alimentação que influenciam a produtividade e a saúde do rebanho, sendo a taxa de concepção um indicador crucial. Visitas ao Setor de Pequenos Ruminantes da UFRRJ e ao Capril Já em Barra Mansa foram realizadas para analisar o manejo e a produção dos animais, observando práticas de campo e coletando dados como a pesagem do leite e a quantidade de alimentação oferecida.</p> 2026-08-16T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## https://revista.ubm.br/index.php/medicinaveterinaria/article/view/3111 Listeriose em ovinos: uma revisão de literatura 2026-08-28T10:43:40-03:00 Amanda de Oliveira Borges amandaborges.vr@gmail.com Ana Carolina Cata Preta Flores anacarolina.cpflores@gmail.com Letícia Mello de Freitas mellodefreitasleticia@gmail.com Kayki Maurício Muniz kaykinauriciomuniz@gmail.com Maria Eduarda Maciel do Amaral dudagatss2@hotmail.com Alexandre Galvão tandyvet@gmail.com <p style="font-weight: 400;">A listeriose é causada pela bactéria <em>Listeria monocytogenes</em> e afeta principalmente ovinos, caprinos e bovinos. A contaminação ocorre pela ingestão de alimentos contaminados, especialmente silagem mal armazenada. Os animais apresentam anorexia, depressão, paralisia facial, desorientação, movimentos em círculos, abortos no final da gestação, febre e corrimento vaginal. O diagnóstico baseia-se no histórico, sinais clínicos e exames laboratoriais. O tratamento envolve antibióticos de amplo espectro, hidratação e isolamento. A prevenção inclui vacinação, manejo adequado da silagem e controle de alimentos como leite cru, produtos mal pasteurizados e queijos frescos. O presente trabalho busca destacar os principais aspectos da doença, com foco na redução dos riscos de infecção por meio de práticas de higiene e manejo alimentar.</p> 2026-08-16T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## https://revista.ubm.br/index.php/medicinaveterinaria/article/view/3116 Meningoencefalite granulomatosa em cão: relato de caso 2026-08-28T10:44:26-03:00 Leilane Rodrigues de Souza leili.rom@gmail.com Maria Clara Fazolato Mateus mariaclarafazolato@gmail.com Daniel Sacchi de Souza danielsacchi@gmail.com <p>A meningoencefalite granulomatosa (MEG) em cão é uma doença inflamatória idiopática do sistema nervoso central, caracterizada por infiltração granulomatosa do cérebro e medula espinhal, com sinais neurológicos variados e evolução clínica progressiva. Este trabalho apresenta um caso clínico de MEG em um cão macho castrado, seis anos de idade, abordando detalhadamente a anamnese, exame físico neurológico, exames laboratoriais, radiografias, ressonância magnética e análise de líquor. São descritas a evolução clínica, o tratamento instituído e a resposta do paciente, com fundamentação baseada em literatura relevante. Este relato evidencia a importância do reconhecimento precoce e do manejo especializado da MEG em cães.</p> 2026-08-16T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## https://revista.ubm.br/index.php/medicinaveterinaria/article/view/3113 Prolapso uterino em cadelas: revisão de literatura 2026-08-28T10:45:12-03:00 Larissa Gonçalves larigalb01@gmail.com Maria Eduarda de Alcântara Gonçalves alcaantaram22@icloud.com Vitória Formaggine vitoriaformaggine@gmail.com Lara Nogueira Silenciato lara.silenciato@ifmg.edu.br <p style="font-weight: 400;">O prolapso uterino é considerado uma emergência obstétrica na medicina veterinária. Em cadelas se caracteriza pelo deslocamento do útero para fora da cavidade abdominal, frequentemente ocorrendo após o parto ou em casos de distúrbios hormonais. As raças de grande porte apresentam maior predisposição, como também existem uma combinação de fatores desencadeadores da doença, o que inclui as distocias. As cadelas afetadas costumam apresentar sangramento, secreção vaginal, desconforto abdominal e dificuldades respiratórias. O diagnóstico é realizado por exame físico e avaliação dos sinais clínicos. O tratamento é cirúrgico e,&nbsp;em alguns casos, é necessário a&nbsp;realização de ovariohisterectomia para prevenir recorrências. O manejo adequado do prolapso uterino em cadelas é crucial para garantir a saúde e o bem-estar do animal, além de prevenir complicações severas. O presente estudo aborda a lesão reprodutiva e busca compreender sua etiologia, suas manifestações clínicas, intervenções e seu prognóstico através de uma revisão de literatura.</p> 2026-08-16T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## https://revista.ubm.br/index.php/medicinaveterinaria/article/view/3114 Toxoplasmose em caprinos de reprodução 2026-08-28T10:45:54-03:00 Flávia Albeirice du Rocher flaviadurocher@hotmail.com Lourdes dos Reis Medeiros lourdes.vr@gmail.com Mariana da Silva Ramos ramosmariana4611@gmail.com Matheus Martins Moura matheus.pvl@hotmail.com Narcilla Barbosa Vieira narcillavieira@gmail.com Lara Nogueira Silenciato lara.silenciato@ifmg.edu.br <p style="font-weight: 400;">A toxoplasmose é uma doença parasitária causada pelo protozoário <em>Toxoplasma gondii</em>, sendo uma enfermidade reprodutiva que acomete o homem, animais domésticos, incluindo os caprinos, e selvagens, e tem os felinos domésticos como o principal hospedeiro definitivo. Esta é frequentemente encontrada em rebanhos caprinos, sendo responsável por aborto e falhas reprodutivas, causando grande prejuízos financeiros à caprinocultura, que é uma atividade socioeconômica de grande importância no Brasil, sendo a Região Nordeste responsável por concentrar a maior parte do efetivo do rebanho nacional. A principal repercussão clínica e econômica da toxoplasmose caprina é o aborto, ocasionando perdas por natimortalidade e nascimento de animais fracos. O objetivo deste trabalho é trazer a determinação da soroprevalência desta parasitose em caprinos, que é de grande auxílio para o conhecimento da epidemiologia desta zoonose, pois, a toxoplasmose é considerada uma importante preocupação de saúde pública não apenas para humanos, mas também no campo veterinário e na pecuária.</p> 2026-08-16T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement##